União dos Movimentos de Moradia de SP exige respostas urgentes da Prefeitura para destravar obras e contratações do programa Pode Entrar
SÃO PAULO – Nesta terça-feira, 2 de junho, às 9h, a União dos Movimentos de Moradia de São Paulo (UMM-SP) vai para as ruas exigir uma resposta imediata do poder público municipal diante dos sucessivos entraves burocráticos e paralisações que sufocam o direito à moradia digna na capital paulista. Em caminhada, a UMM SP sairá do Teatro Municipal e irá até a sede da Prefeitura, para cobrar do Sr, Ricardo Nunes, as seguintes reivindicações: 1. Desembargo imediato das obras dos Mutirões Dorothy Stang e Martin Luther King: Liberação urgente para a retomada das construções que garantirão a moradia de aproximadamente 500 famílias da Zona Leste; 2. Contratação já dos empreendimentos Bosque da Barra, Palmares e José Bonifácio: Assinatura imediata dos contratos junto à modalidade Pode Entrar Entidades; 3. Conclusão das Obras dos empreendimentos Adventista e Santa Etelvina: Celeridade total na finalização e entrega destas unidades do programa Pode Entrar Entidades; 4. Desapropriação dos terrenos do Boa Esperança: Decreto definitivo de utilidade pública e repasse das terras para a produção de habitações de interesse social; 5. Aportes para os empreendimentos do MCMV Entidades - Santa Sofia, Irmã Maria Luiza, 6. Apoio para a superação de impasse decorrente de ocupação de imóvel destinado à construção de 400 apartamentos no distrito de Cangaíba - Trata-se de área de cerca de 15.000 m2 adquirida no âmbito do Programa Minha Casa Minha Vida – Entidades e ocupados por terceiros não beneficiários do programa habitacional. UNIÃO/SP aciona B3 contra Braskem por travar moradias na Zona Leste Em paralelo ao ato central na Prefeitura, os movimentos vão estender o protesto e protocolar uma representação na B3 contra a Braskem S.A.. A denúncia exige que a Bolsa apure a atuação da empresa junto a agentes públicos para paralisar as obras de 500 habitações populares dos mutirões Dorothy Stang e Martin Luther King, o que viola frontalmente as regras de governança e sustentabilidade (ESG) do mercado de capitais